Esta HQ foi produzida quando
ainda havia o Boteco do Corró, ou pelo menos quando eu ainda pensava que
existisse – já havia um tempo que eu não o frequentava – Certa manhã me dirigi com passos de resoluta certeza de
encontrá-lo no mesmo lugar que sempre esteve, sedento e faminto por uma cerveja
com panelada, para minha surpresa, me deparei
com uma quitanda, uma frutaria, se não me engano o termo, ocupando as
sebentas e saudosas paredes do “Corró”.
O Corró se foi, bateu asa e voou.
Eu sei, não é mais nenhuma novidade...
Esta é em homenagem aos pombos,
ao Corró, aos bêbados amigos e desconhecidos que dividiram comigo retumbantes
auroras e esquecíveis ressacas no cruzamento das Ruas João gentil com Padre
Francisco Pinto, Benfica.

